Archive da Categoria ' Idéias desconexas'
Houve um tempo em que as pessoas sabiam escrever. Cartas. Elas registravam em diversas folhas seus sentimentos, angústias, descobertas e ânsias. Se preocupavam em romantizar, em dar o tom certo. Caprichavam na letra, escolhiam o melhor tipo de papel e caneta. Um belo envelope, o útimo selo lançado. Não se importavam com os longos meses [ LEIA MAIS ]
Os pés na areia acompanham as ondas do mar. O ritmo dos peixes. O som da Lua. Que emite feixes. E transmite o calor. No ar[ LEIA MAIS ]
… à minha querida amiga Fê: Um dia eu também fui tímida. Refugiava-me nos meus brinquedos. Na fazendinha. Nas peças de lego. Dava aulas a alunos imaginários. Ensinava aos pequenos batatinha-quando-nasce-se esparrama-pelo-chão. E sonhava em ser atriz. Sentada no sofá, quietinha, ouvia os poemas do meu avô. Ouvia com ele Aznavour. Tentava entender o porquê [ LEIA MAIS ]
Enquanto caminhava, vi mais à frente um rapaz cego. Perdido. Em 3 segundos umas 10 pessoas passaram por ele ignorando-o. Ninguém o enxergava – um bando de cegos. Ele estava quase caindo nas escadas do Objetivo, até que uma alma boa foi salvá-lo da queda. Isso daria uma bela crônica. Pensei em ensaio sobre a [ LEIA MAIS ]
“(…) A mãe chegara a dizer, em algum ponto de sua infância, que se não aprendesse a pensar menos e viver mais acabaria sendo uma pessoa infeliz. (…)” – Cordilheira, Daniel Galera[ LEIA MAIS ]
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